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REFERÊNCIA : MTM.2016.0140.0403









- OBJECT_HEIGHT : 1610 mm
- OBJECT_WIDTH : 440 mm
- OBJECT_LENGTH : 360 mm
- OBJECT_WEIGHT : 3040 g
- OBJECT_REF : MTM.2016.0140.0403
- OBJECT_NAME_PT : D. Quixote
- EVENT_NAME_PT : QUEIXA_TE
- OBJECT_TYPOLOGY_PT : marioneta / manipulação direta
- OBJECT_DATE : 2016
- OBJECT_STORAGE_REF :
OBJECT_MATERIAL_PT :
esqueleto | madeiracorpo/volume | esponja
cabeça e mãos | pasta de papel
cabelo | algodão, carpélio
pintura | tinta acrílica
figurino | tecidos diversos, papel, couro
articulações | fita de nylon
controle | PVC expandido
OBJECT_ARTISTS_PT :
- direção artística | Clara Ribeiro
- direção plástica | enVide neFelibata
- criação | enVide neFelibata
- construção | enVide neFelibata, Migvel Tepes
- figurino | Patrícia Costa
OBJECT_DESCRIPTION_PT :
Personagem central deste espetáculo, é uma marioneta construída à escala humana, cujo rosto parte simbolicamente do molde do rosto da atriz, Clara Ribeiro, que o manipula e dá voz. As expressões faciais e os movimentos da marioneta são cruciais para transmitir o humor e a sátira da cena. A sua expressão leva-nos a crer que já está morto ou louco.
Esta marioneta dispõe de uma estrutura interna rígida, esqueleto, que possibilita uma qualidade de manipulação real, já que facilmente mantém posições que permitem parecer viva, apesar de em alguns momentos não ser manipulada.
Possuí um mecanismo, para manipular a cabeça, provido de um gatilho que permite abrir e fechar a boca. Este mecanismo encaixa na cadeira de rodas, o seu cavalo Rocinante, na qual se move. Desloca-se pelo palco numa cadeira de rodas, enfatizando a debilidade do próprio personagem que se encontra em fim de vida, e permitindo que o manipulador fique parcialmente encoberto ao manipular a marioneta. Dessa forma, o público concentra-se na marioneta, reforçando a crença necessária para uma marioneta ter vida em cena.
OBJECT_CONTEXT_PT :
Representada em 1733, “A Vida do Grande D. Quixote de la Mancha e do Gordo Sancho Pança” foi a primeira peça de António José da Silva, “O Judeu”. Numa irónica interpretação da peça, critica-se a justiça e os “muros” que a Europa ergue.
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